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O nome da banda foi escrito dessa maneira
(NAUZIA com z e com i ) pela primeira vez pelo antigo vocalista Rubinho Psycho.
A banda escolheu o nome e Psycho, empolgado, escreveu "NAUZIA" no vidro empoeirado de um carro. Escreveu exatamente assim, com z e com i por "burrice" mesmo e virou motivo de gargalhadas para os outros integrantes, que decidiram adotar essa grafia por ser diferente.
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O NAUZIA está presente em coletâneas no mundo todo, ao lado de bandas como
Me First & The Gimme Gimmes,
US Bombs e
Adverts.
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Dados interessantes:
- o primeiro ensaio do Sauro com o NAUZIA foi em seu aniversário de 18 anos (em 16/12/95).
- nesse mesmo dia, foi feita a gravação da
primeira demo-tape do
NAUZIA.
- essa gravação conta também com Ricardo Lira no baixo e participação especial de Fernando Oliveira
(da banda EnZZo) na bateria de uma faixa.
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A primeira formação do NAUZIA foi composta por Bruno Boca na guitarra, Rubinho Psycho no vocal, Grilo na bateria e Anderson Clayton no baixo.
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A primeira bateria
do Sauro foi feita pelos próprios integrantes com ferro velho e caixas de pizza achadas no lixo no ano de 1992.
A segunda bateria do Sauro foi da marca Pinguim, e era pior que a primeira.
Terminou na lata do lixo.
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O baixista da
banda, em 1998, se recusou a fazer um show numa favela do Rio. Foi imediatamente expulso e
substituído por Nerd que entrou pra banda algumas horas antes e tocou com o baixo desligado nesse mesmo show!
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O contra-baixo tocado por Nerd foi comprado por R$ 30,00 reais incluindo capa, cabo e correia.
E esse baixo ainda funciona!
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Explosões dos equipamentos durante shows do NAUZIA no Rio e em
Buenos Aires fizeram a fama de "banda explosiva".
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Após um encontro casual com os integrantes do NAUZIA pelas ruas de Porto Alegre, a banda (que fazia turnê sem baixista) contou com a participação do baixista K-nela, que aprendeu as músicas num quarto de hotel
(clique
e comprove!) e entrou pra banda 2 horas antes do primeiro show.
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A música
"Possession" é baseada em fatos reais.
Possession é uma cachaça feita no interior do Espírito Santo (amém) que tem poderes extraordinários capazes de transformar um pacato rapaz em monstro. Testemunhas afirmam que, depois de beber certa quantidade do líquido, um amigo teve sua fisionomia, voz e comportamento
violentamente alterados.
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A letra da música
"Nauzia" reflete os sentimentos que motivaram a formação da
banda:
"Ando pelas ruas, não consigo suportar
Vitrines enfeitadas e mocinhas a olhar
Vidinha mais medíocre de profunda ambição
Fraqueza em sua mente e eterna solidão."
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A música "Eu não quero morrer" foi composta pelo Rubinho Psycho.
Sua letra foi inspirada na conturbada relação entre ele e Martha F. (que na época, ainda não fazia parte da banda).
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De 1995 a 1999 o NAUZIA e o Movimento Punk 77 publicaram o "Zine Terror 77".
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A guitarrista Martha F. conheceu os integrantes do NAUZIA da seguinte maneira:
recém chegada na cidade de Niterói, comprou a primeira demo-tape ("por causa da capinha engraçada") e, instantâneamente, se identificou com as músicas da banda. Escreveu pedindo o "Zine Terror 77" e junto com ele encontrou seus melhores amigos. Anos depois, com a saída de Psycho, ingressou na banda no posto deixado por Bruno Boca, que se tornou o vocalista.
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